terça-feira, 7 de junho de 2011

Meu aniversário: Relacionamento

Algo sobre meu aniversário. O que me vem à mente é esta palavrona: relacionamento.

Nunca fui muito de valorizar amizade. É óbvio que gosto muito de tê-las, tanto pessoais quanto profissionais que acabam se tornando um pouco pessoais, a ponto de receber os parabéns no aniversário. Mas, para os mais de perto. já contei o quanto sou “reservada”, “tímida”, praticamente uma paciente de “fobia social”. Por isso, desenvolver relacionamentos sempre foi muito difícil. Mantê-los então? Af!

Porém, ao longo deste dia, recebi tantas demonstrações especiais de como é precioso ter relacionamentos, que quero registrar. E, neste ano, tenho me empenhado para tê-los e valorizá-los. Por isso, quero agradecer:

- Aos parabéns tuitados da Lenir e da Ruth (este último, também foi abraçado).
- Aos parabéns via SMS do Warlenson & Dominique, do Fábio & Lili, do Carlinhos e da Lenir (considerando o incentivo para não desanimar quando a programação do fim do dia, na Expotchê, não deu certo).
- Aos parabéns via Facebook da Flávia, da Ana Paula Dourado, da Luci, da Laura, da Carol, da Gisele e da Adriana. (Flávia e Laura: amigas de eras e que há eras eu não tinha contato. Vocês são exemplos de amigas que marcaram minha história. Gostaria de ter tido a habilidade de valorizar mais suas amizades).
- Aos parabéns via Orkut da Ana Paula Santos, da Tassiana, do Pr Philip e da Sílvia.
- Aos parabéns poético, via e-mail, dos pastores Gerson & Iolanda.
- Aos parabéns familiares do meu marido, da minha mãe, da minha irmã e do meu irmão.
- Aos parabéns via intermediário, como os da CMB transmitidos pela Lenir. (É. Eu falei muito com a Lenir hoje).
- Até aos parabéns dos propagandísticos: Sony Ericson e Vivo (Nem merece negrito. Só registro do impacto do mundo virtual).
(Creio que são todos!né?)

A maioria não foi pessoal, mas saibam que cada palavra de incentivo e a disposição de alimentar o contato me alegraram muito.

E agradeço também aos que se lembraram, mas não deram os parabéns; dos que me amam e não deram os parabéns, porque não se lembraram (Isso acontece! Acreditem!); dos que não deram os parabéns, porque não sabiam. E obrigado já pelos que vão dando os parabéns, enquanto escrevo este post (Como o Flor e a Renata, via Orkut), ou darão o clássico “atrasado”.

Viva o relacionamento!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Meu marido na TV

Deus é bom e fiel.
Obs.: Meu marido é o aluno loiro que participa da simulação de abordagem.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Religiosidade perdida

"Minha geração teve que romper com a religiosidade imposta, a deles (dos meus filhos) teve que recuperar a religiosidade perdida", Caetano Veloso em entrevista à revista Serafina, sobre o fato de dois de seus filhos mais novos frequentarem a Igreja Universal do Reino de Deus.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Faz falta

Dias de aparente inutilidade. Fujo como o diabo da cruz de toda utilidade que um dia pode ter. E, no final, rolo de culpa por não ter produzido nada, por não ter nem mesmo tentado de verdade. Sabe? No final das contas, o que penso é que ter uma obrigação me faz muita falta.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Crença limitante da prosperidade

O Correio Braziliense publicou no final de novembro uma reportagem sobre os hábitos que prejudicam a prosperidade. No meio da matéria, me surpreendi ao encontrar uma referência bíblica como justificativa para alguns dos hábitos danosos à prosperidade. Participante de uma escola de investidores, um especialista aponta o texto de Mateus 19:24, quando Jesus diz que é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus, como exemplo de "crença limitante", que impede a população brasileira de prosperar mesmo em cenário de pleno emprego e aumento da renda real.

A reportagem tenta esclarecer que, na verdade, a agulha seria um portal em Jerusalém em formato de agulha. Quem lê pode pensar que há um consenso sobre o assunto, o que não é verdade. A explicação esbarra no debate teológico em que intérpretes do Novo Testamento não chegaram concluíram se Jesus falava do instrumento de costura ou da passagem estreita que haveria nos muros da Cidade Santa.

A matéria também diz que a falha do rico se popularizou porque um homem preferiu manter seus bens a seguir Jesus Cristo. "Quem não sabe da história pensa que riqueza é pecado", transcreve a repórter a partir da entrevista com o especialista. Aí, há outra controvérsia. O que mais tem sido pregado nas igrejas evangélicas é que ser rico não é pecado nenhum. Que Deus tem mais é que encher o povo de muito dinheiro só porque todo mês este povo leva o seu dízimo aos templos.

Quem dera se os líderes evangélicos levassem em conta esta palavra de Jesus e tivessem um pouco mais de temor ao colocar o enriquecimento acima do bom caráter. Crença limitante é pinçar do Evangelho interpretações que justifiquem a displicência e a preguiça de muitos pobres ou a preocupação exagerada pelas riquezas dos opulentos.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cessou o maná

Vou contar com fé e com gratidão, como um testemunho de que Deus existe e me ama. Nesse dia 8 de dezembro, o Anderson se matriculou no curso de formação para soldados da PM-DF. Hoje, estávamos lembrando que, em dezembro de 2008, conversávamos sobre os planos profissionais dele para o ano seguinte e, entre as possibilidade de vários concursos, de mestrado, de dar aulas de Teologia via EAD ou de procurar um outro emprego, escolhemos investir na prova para a Polícia Militar do DF.

Dentro das nossas condições financeiras, não daria para fazer tudo e, para fazer alguma dessas coisas bem feita, era preciso escolher. O critério foi a proximidade do lançamento do edital da PM e, principalmente, a afeição que o Anderson já nutria por esta carreira. Ele veio para Brasília para ser militar, de preferência capelão e a ideia inicial era o Exército. Com seu irmão e três tios atuando como policiais militares em Goiás, esta também seria uma via desejável.

Focados, investimos tempo e dinheiro em um bom cursinho preparatório, estudando em casa e orando. Como pastor de uma igreja, muitos, amigos próximos até, disseram que, talvez, ele estivesse fugindo do chamado de Deus para o ministério. Colocamos esta preocupação diante de Deus e tivemos paz para prosseguir.

Terra boa

O dia da prova foi marcante. Já não sei quantas vezes contamos este testemunho. Um congestionamento em pleno sábado quase impediu que o Anderson chegasse ao local da prova em tempo. Um percurso que esperávamos fazer em quarenta minutos levou quase uma hora e meia. Ah, os amigos. Ah, o Senhor que colocou estes amigos em nosso caminho, ou melhor, a caminho.

Naquele dia, eu chorei. De nervoso, de medo, de insegurança. Só Deus sabe, porque, instintivamente, corri para Ele. Eu só poderia mesmo correr para Ele. Quem mais me entenderia? Só Ele conhece os meus sonhos, só Ele sabe bem quais são as minhas fraquezas.

E, naquele dia, Ele me marcou com o texto de Deuteronômio 8. No verso 7, diz: "porque o Senhor, teu Deus, te faz entrar numa terra boa". E no verso 16: "[o Senhor], que, no deserto, te sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e para te provar, e, afinal, te fazer bem."

Hoje, faz mais ou menos um ano e meio desde aquele dia, o tempo que durou este deserto. Quantas vezes eu pensei que o maná, que identifiquei como meu salário de jornalista, fosse acabar, que eu não iria aguentar continuar lutando contra minha timidez, contra minha preguiça, contra a pressão de sustentar a casa. Passei por três empregos, fui provada e humilhada, no melhor sentido, diante de Deus e de homens. Mas o maná espiritual também caía e me dava garantias da fidelidade de Deus que, afinal, me faria bem.

A cada dia, o maná

Certo dia, pensei que poderia fazer um acordo com Deus para fazer cessar o maná antes do tempo e guardar o suficiente para viver por três meses até que o Anderson ingressasse na PM, de acordo com os meus cálculos (errados). Usaria a recisão contratual para isso e ficaria sem trabalhar, uma espécie de férias para mim. O Pai não aceitou (Obrigado, Pai.). O maná deve ser colhido todos os dias e ele cairia até que entrássemos naquela "terra boa".

E esta provisão caiu até esse dia 8 de dezembro. No mesmo dia em que o Anderson ingressou na PM, eu emiti a última nota para o Jornal de Brasília para receber a quantia que fecha as contas do mês. Amanhã, o valor deve estar na conta. "No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná." (Js 5:12).

Tudo isso pode parecer uma "forçação" dos relatos bíblicos e dos fatos. Para mim mesmo, às vezes, pareceu. Mas, a partir de hoje, contarei sempre como uma experíência de real amor de Deus por mim e de verdadeiro sinal de que tudo está em Suas mãos. Hoje, sei, no meu coração, que "como um homem disciplina o seu filho", assim me disciplina o Senhor, meu Deus (Dt 8:5). No meu coração, eu sei que Ele me trata como filha.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Igrejas como operadoras virtuais de celular

Os sites de notícia para os crentes reproduziram informações sobre a possibilidade de igrejas atuarem como operadoras virtuais de celular. Se eu tivesse um veículo de comunicação cristão, apresentaria a notícia a partir do seguinte enfoque:

- A Anatel aprovou uma resolução que permitirá a igrejas a possibilidade de atuarem como operadoras virtuais de telefonia celular. Redes de varejo, bancos e times de futebol também poderão atuar como operadoras, utilizando a infraestrutura das operadoras tradicionais para oferecer o serviço. Experiências no exterior mostraram que grandes marcas são as mais propícias a entrar neste tipo de negócio. Os contratos poderão ser fechados a partir de 2011.
Pauta - Que igrejas estariam dispostas a atuar no segmento? O que elas ganham com isso? Seria uma oportunidade para levantar recursos para as atividades do Reino? A Igreja poderia levar esta tecnologia a lugares do país onde redes de celulares não estão disponíveis? Que riscos uma igreja corre ao entrar nesse tipo de negócios que cuidados deve tomar? Que deveres assume ao se alistar entre operadoras virtuais? Há igrejas em outras partes do mundo que atuam desta forma?